No último dia 16 de novembro, um viaduto na Marginal Pinheiros, zona oeste de São Paulo cedeu. Segundo a prefeitura, a fiscalização das estruturas dos 185 viadutos e pontes sob a responsabilidade da prefeitura é feita por meio de vistorias periódicas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras (Siurb).

Em nota, a Siurb informou que no ano passado foi retomado o Programa de Recuperação de Pontes e Viadutos, abandonado pela gestão concluída em 2016. Depois de ter sido suspensa por questionamentos feitos pelo Tribunal de Contas do Município, foi aberta, no último dia 9, licitação para contratação de empresas que irão desenvolver projetos estruturais e executivos de requalificação e laudos técnicos para manutenção de 33 pontes e viadutos. A definição das prioridades foi decidida em conjunto com o Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco). A secretaria informou, ainda, que durante as vistorias não foram constatados riscos estruturais.

A ABNT possui a norma ABNT NBR 9452:2016 – Inspeção de pontes, viadutos e passarelas de concreto – Procedimento, que especifica os requisitos exigíveis na realização de inspeções em pontes, viadutos e passarelas de concreto e na apresentação de resultados destas inspeções.

Segundo o coordenador da Comissão de Estudo Especial de Pontes de Concreto Simples, Armado e Protendido (ABNT/CEE-231), Júlio Timerman, é provável que a inspeção realizada nesta ponte tenha sido a mais simples, a inspeção rotineira, como citada na norma, que consiste na Inspeção de acompanhamento periódico, visual, com ou sem a utilização de equipamentos e/ou recursos especiais para análise ou acesso, realizado em prazo não superior a um ano. Na inspeção rotineira deve ser verificada a evolução de anomalias já observadas em inspeções anteriores, bem como novas ocorrências, reparos e/ou recuperações efetuadas no período.

Na norma é possível achar todos os outros tipos de inspeção, além de parâmetros para avaliação etc.

Também existe a norma ABNT NBR 7187:2003 - Projeto de pontes de concreto armado e de concreto protendido – Procedimento, que fixa os requisitos que devem ser obedecidos no projeto, na execução e no controle das pontes de concreto armado e de concreto protendido, excluídas aquelas em que se empregue concreto leve ou outros concretos especiais. Inclusive, este documento encontra-se em revisão e a previsão de publicação da norma revisada é para o final de 2019.

Sobre a ABNT

A ABNT é o único Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC).
Desde 1950, a ABNT atua também na área de certificação, atendendo grandes e pequenas empresas, nacionais e estrangeiras. A ABNT possui atualmente mais de 400 programas de certificação, destinados a produtos, sistemas e verificação de gases de efeito estufa, entre outros. A sociedade identifica na Marca de Conformidade ABNT a garantia de que está adquirindo produtos e serviços em conformidade, atendendo aos mais rigorosos critérios de qualidade. A ABNT Certificadora tem atuação marcante nas Américas, Europa e Ásia, realizando auditorias em mais de 30 países.

Assessoria de Imprensa

Monalisa Zia
imprensa@abnt.org.br
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Estão em Consulta Nacional até o dia 07 de janeiro de 2019, os projetos de revisão da norma ABNT NBR 16731 – Partes 1 e 2.

A Parte 1 – Requisitos e métodos de ensaios - especifica os requisitos para mictórios destinados à instalação em sistema hidráulico predial de água potável. Já a Parte 2 – Procedimento para instalação - especifica os requisitos e condições mínimas para a instalação de mictórios destinados à instalação de sistema predial de água potável. Para o caso de portadores de necessidades especiais, consultar a ABNT NBR 9050.

Esses Projetos foram elaborados pela Comissão de Estudo de Aparelhos Sanitários e Sistemas de Descarga (CE-178:003.001), do Comitê Brasileiro de Componentes de Sistemas Hidráulicos Prediais (ABNT/CB-178), com números de Textos-Base 178:003.001-004/001 e 178:003.001-004/002.


O ABNT/CB-178 é responsável pela Normalização n
o campo de componentes de sistemas hidráulicos prediais compreendendo tubos e conexões plásticos; comandos hidráulicos, incluindo registros, torneiras, chuveiros e aparelhos economizadores; louças sanitárias e sistemas de descarga, incluindo bacias, válvulas, caixa de descarga; e reservatórios plásticos para água, no que concerne a terminologia, requisitos, métodos de ensaios, instalação e manutenção.

A participação nas Comissões de Estudo e Comitês Brasileiros da ABNT é voluntária e aberta a qualquer interessado. Sendo assim, para informações sobre as normas do setor entre em contato com o analista responsável, Alvaro Almeida (alvaro.almeida@abnt.org.br).

Sobre a ABNT

A ABNT é o único Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC).
Desde 1950, a ABNT atua também na área de certificação, atendendo grandes e pequenas empresas, nacionais e estrangeiras. A ABNT possui atualmente mais de 400 programas de certificação, destinados a produtos, sistemas e verificação de gases de efeito estufa, entre outros. A sociedade identifica na Marca de Conformidade ABNT a garantia de que está adquirindo produtos e serviços em conformidade, atendendo aos mais rigorosos critérios de qualidade. A ABNT Certificadora tem atuação marcante nas Américas, Europa e Ásia, realizando auditorias em mais de 30 países.

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Monalisa Zia
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A Associação Nacional das Empresas e Profissionais de Piscinas (ANAPP), em parceria da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), promovem no próximo dia 06 de novembro, um workshop dedicado aos principais destaques da revisão da norma ABNT NBR 10339 - Piscina — Projeto, execução e manutenção.

O projeto de revisão da norma, publicada em 19 de setembro de 2018, é o resultado do investimento de 4 anos de intenso trabalho dos membros da Comissão de Estudo Especial de Piscinas (ABNT/CEE-215), sendo um passo importante para as empresas construtoras de piscinas e seus próprios usuários (banhistas e atletas), principalmente no aspecto construtivo e, o mais importante, no de segurança dos banhistas.

A revisão foi promovida considerando experiências e procedimentos aplicados em outras partes do mundo, sendo o evento de interesse de engenheiros, arquitetos, construtoras, clubes, hotéis, parques, prefeituras e empresas de projeto.

No evento, representantes da Comissão apresentarão os principais destaques da revisão da norma, quanto às alterações nas exigências e critérios construtivos da instalação de ralos anti-aprisionamento, botão de emergência, isolamento físico da área da piscina com cercas e portão automático, skimmer, tampas apropriadas, placas informativas e avisos, bem como outras exigências previstas na normaABNT NBR 9050 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos ,  como instalação de escadas e corrimão em rampas de acesso.

Serviço:

Workshop sobre a Norma ABNT NBR 10339:2018 - Piscina

Data: 06 de novembro

Horário: das 11 h às 13 h

Local: Centro de Convenções Villa Lobos - Av. Queiroz Filho, 1700 – Vila Leopoldina – São Paulo/SP

Para informações e inscrição: www.anapp.org.br

Sobre a ANAPP

Fundada novembro de 1990 por empresários do segmento de lazer, a ANAPP tem por objetivo promover ações de desenvolvimento e fortalecimento setorial por meio da união de empresas e de segmentos da sociedade na defesa de seus interesses de assuntos afetos às piscinas, seus equipamentos e acessórios. Com mais de 200 associados, a ANAPP promove bienalmente com a Francal a Feira Expolazer, e disponibiliza ao mercado cursos, palestras, serviços e informações sobre desempenho do setor, inovações tecnológicas,  e atua junto à órgãos do governo e entidades normativas em temas como segurança, tratamento da água, desempenho de equipamentos e eficiência energética. A Associação é responsável pela Revista ANAPP, com tiragem de 5.000 exemplares para empresas e profissionais do segmento de todo país, entre fabricantes, lojas, construtoras, arquitetos e engenheiros, escritórios comerciais e empresas associadas.

Sobre a ABNT

A ABNT é o único Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC).
Desde 1950, a ABNT atua também na área de certificação, atendendo grandes e pequenas empresas, nacionais e estrangeiras. A ABNT possui atualmente mais de 400 programas de certificação, destinados a produtos, sistemas e verificação de gases de efeito estufa, entre outros. A sociedade identifica na Marca de Conformidade ABNT a garantia de que está adquirindo produtos e serviços em conformidade, atendendo aos mais rigorosos critérios de qualidade. A ABNT Certificadora tem atuação marcante nas Américas, Europa e Ásia, realizando auditorias em mais de 30 países.

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Monalisa Zia
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Por muitas vezes a ABNT é confundida como entidade pública que cria as normas sem consultar a sociedade.

É muito comum a ABNT ser questionada como são criadas as normas, se é uma entidade pública, entre outras coisas. O que sempre é exposto aos clientes é que a ABNT é uma associação privada, de utilidade pública e que para criar normas é necessário que receba a demanda da sociedade.

A voluntariedade é um dos princípios básicos da Normalização, o que muitos desconhecem. Portanto, para que uma Norma Brasileira seja elaborada é fundamental que haja vontade das partes interessadas no assunto objeto do documento a ser criado, tanto para demandar quanto para participar do seu processo de criação. Só assim poderemos ter a norma que se necessita.

Costumamos dizer que cabe à sociedade (em particular, aos setores organizados) dizer o QUE e QUANDO normalizar, para que a ABNT possa dar início ao processo.

Por isso nosso acervo, com cerca de 8.000 normas, não tem tudo o que se procura, mas está alinhado com as necessidades apontadas pelos diversos setores, em determinado momento.

Qualquer interessado pode apresentar à ABNT sua demanda, por meio do Formulário de Demanda, disponibilizado no site da ABNT. Para acessá-lo, basta clicar na aba “Normalização” e, em seguida, na opção “Elaboração e Participação“ e depois em “Como Participar”.

O Formulário deve ser preenchido com o máximo possível de informações, para facilitar o processo de análise da pertinência e relevância do assunto como Norma Brasileira.

Atenção deve ser dada a alguns aspectos importantes para a viabilização do processo:

  • Não é possível elaborar Norma Brasileira de um produto patenteado;
  • É preciso ter apoio de outras partes interessadas, além do demandante;
  • Para norma de produtos, é importante a existência de fabricante nacional;
  • Se existe legislação (Leis, Resoluções, Regulamentos etc.);
  • Se existe alguma norma técnica, em particular, norma internacional (normas da ISO ou IEC) ou norma estrangeira (normas de outros países).

As demandas são analisadas pela ABNT e a partir daí dá-se o prosseguimento ou não à criação de Comitê ou Comissão específico para o desenvolvimento do documento.

A normalização é fundamental para que produtos, processo e serviços nos garantam o mínimo de qualidade e segurança, por esse motivo é tão importante a participação e envolvimento de toda a sociedade!

Para saber mais sobre todo o processo de Normalização acesse nosso Portal (www.abnt.org.br)) e conheça também nossas outras atividades, como a Certificação e os Cursos que oferecemos.

Sobre a ABNT

A ABNT é o único Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC).
Desde 1950, a ABNT atua também na área de certificação, atendendo grandes e pequenas empresas, nacionais e estrangeiras. A ABNT possui atualmente mais de 400 programas de certificação, destinados a produtos, sistemas e verificação de gases de efeito estufa, entre outros. A sociedade identifica na Marca de Conformidade ABNT a garantia de que está adquirindo produtos e serviços em conformidade, atendendo aos mais rigorosos critérios de qualidade. A ABNT Certificadora tem atuação marcante nas Américas, Europa e Ásia, realizando auditorias em mais de 30 países.

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Tirando os técnicos, que geralmente estão mais envolvidos com as normas técnicas, existe um esforço muito grande para que a sociedade em geral participe mais de todo o processo de normalização.

Muitas pessoas acham que isso é restrito, porém a ABNT trabalha arduamente para divulgar e disseminar que é de suma importância a participação de todos. Sem contar que a participação nos Comitês Brasileiros é voluntária, então por que não participar?

Participar do processo de Normalização é contribuir e defender os interesses da sociedade. A maioria dos Comitês Brasileiros faz parte em Comitês internacionais da ISO, por exemplo, e essa representatividade é fundamental para que possamos garantir e defender o posicionamento e interesses do nosso País.

Através da participação na normalização internacional, importantes contribuições estão sendo prestadas à economia nacional e à eliminação de barreiras não-tarifárias ao comércio mundial. Para o Brasil ser competitivo no cenário internacional, é essencial que algumas normas e práticas brasileiras sejam aceitas e incorporadas às normas internacionais e regionais. Estas normas estão, com frequência crescente, sendo integralmente adotadas como normas nacionais pelos países ou estão sendo utilizadas como base para normas nacionais e sistemas de certificação e inspeção. Desta forma, além de podermos defender os interesses do comércio, defendemos e atendemos também os interesses e necessidades da sociedade em geral.

São vários os representantes brasileiros que lideram grupos de trabalho nos organismos internacionais de normalização.

Recentemente foi publicada a Norma Internacional ISO 20611 – Turismo de aventura – Boas práticas de sustentabilidade – Requisitos e recomendações, desenvolvida no âmbito do grupo de trabalho ISO/TC 228 – WG 7 – Adventure Tourism, que atualmente é coordenado pelo brasileiro Leonardo Persi, da Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Abeta).

Outro caso que podemos destacar é a Comissão de Estudo de Plataformas e Serviços de Aplicativos Distribuídos (CE-021:000.038), estabelecida em 2011, tem acompanhado as reuniões internacionais do subcomitê JTC 1/SC 38 Cloud Computing and Distributed Platforms há mais de 7 anos. Foi contribuidora ativa durante a produção das duas normas fundamentais de computação em nuvem, ISO/IEC 17888 - Visão Geral e Vocabulário, já adotada no Brasil e ISO/IEC 17789 - Arquitetura de Referência, em avaliação para adoção. O foco do acompanhamento de trabalhos internacionais é voltado para os trabalhos relativos ao fluxo de dados no ambiente de nuvem, em razão da crescente importância do tratamento e privacidade de dados nos dias de hoje. O reconhecimento do trabalho da comissão resultou na indicação de seu coordenador, Fernando Gebara Filho, como convenor do WG 5 - Data in cloud computing and related technologies desde 2015, tendo iniciado em 2018 seu segundo mandato de três anos.

Existem diversos outros trabalhos internacionais acontecendo com essa presença brasileira, por isso é tão importante que cada vez mais as pessoas se conscientizem que fazer parte da Normalização é contribuir para o desenvolvimento nacional. Para verificar quais são os Comitês Brasileiros em atividade, acesse o nosso Portal (www.abnt.org.br) e na aba Normalização clique em Comitês Técnicos. Identificando o Comitê de interesse, envie um email ao analista responsável para saber as datas das reuniões.

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Desde 1950, a ABNT atua também na área de certificação, atendendo grandes e pequenas empresas, nacionais e estrangeiras. A ABNT possui atualmente mais de 400 programas de certificação, destinados a produtos, sistemas e verificação de gases de efeito estufa, entre outros. A sociedade identifica na Marca de Conformidade ABNT a garantia de que está adquirindo produtos e serviços em conformidade, atendendo aos mais rigorosos critérios de qualidade. A ABNT Certificadora tem atuação marcante nas Américas, Europa e Ásia, realizando auditorias em mais de 30 países.

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Está em Consulta Nacional até o dia 19 de novembro, o projeto de revisão da norma ABNT NBR 14718 — Guarda-corpos para edificação – Requisitos, procedimentos e métodos de ensaio. Este Documento especifica os requisitos e métodos de ensaio para guarda-corpos para edificação, externos ou internos, para uso privativo ou coletivo, de médio ou alto tráfego, instalados em edificações habitacionais, comerciais, industriais, esportivas, culturais, de saúde e de terminais de passageiros. Além disso, assegura ao consumidor o recebimento dos produtos com condições mínimas de desempenho. O documento não é aplicável à indústria do petróleo e gás natural, bem como às obras de infraestrutura.

Este Projeto de Revisão foi elaborado pela Comissão de Estudo Especial de Esquadrias (ABNT/CEE-191), responsável pela Normalização no campo de esquadrias compreendendo janelas, portas fachadas-cortinas e guarda-copos, no que concerne a terminologia, requisitos, métodos de ensaios e procedimentos. Excluindo-se portas de madeira do âmbito do ABNT/CB-31.

A consulta nacional pode ser acessada mediante cadastro no site www.abnt.org.br/consultanacional. A Associação Brasileira dos Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (Abravidro), responsável pela secretaria técnica do Comitê Brasileiro de Vidros Planos (ABNT/CB-037) participou ativamente dos trabalhos de revisão da norma, que se mostra cada vez mais importante para o setor vidreiro nacional, especialmente com o uso cada vez maior do vidro em guarda-corpos. Com a revisão, o texto da passou a incluir, por exemplo, alterações para algumas metodologias de ensaio.

Consulta Nacional:

ABNT NBR 14718 - Guarda-corpos para edificação – Requisitos, procedimentos e métodos de ensaio.

Sobre a ABNT

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Desde 1950, a ABNT atua também na área de certificação, atendendo grandes e pequenas empresas, nacionais e estrangeiras. A ABNT possui atualmente mais de 400 programas de certificação, destinados a produtos, sistemas e verificação de gases de efeito estufa, entre outros. A sociedade identifica na Marca de Conformidade ABNT a garantia de que está adquirindo produtos e serviços em conformidade, atendendo aos mais rigorosos critérios de qualidade. A ABNT Certificadora tem atuação marcante nas Américas, Europa e Ásia, realizando auditorias em mais de 30 países.

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A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) adotou em agosto, as normas ABNT NBR ISO 23953 partes 1 e 2, referentes a vocabulário, classificação, requisitos e condições de ensaio de expositores refrigerados.

A Parte 1 estabelece os termos e definições relativos aos expositores refrigerados utilizados na venda e exposição de produtos alimentícios. Não é aplicável às máquinas frigoríficas de autosserviço (refrigerated vending machines), nem às destinadas ao uso em serviços de bufê ou em outras aplicações no comércio varejista.

Já a Parte 2 especifica os requisitos para a construção, as características e o desempenho de expositores frigoríficos utilizados na venda e na exposição de produtos alimentícios. Especifica as condições de ensaio e os métodos para verificar o cumprimento dos requisitos, assim como a classificação dos expositores, a etiquetagem e a lista das características a serem informadas pelo fabricante. Não é aplicável a máquinas frigoríficas de autosserviço (refrigerated vending machines). Também não é aplicável ao uso em serviços de bufê ou em outras aplicações que no comércio varejista, não trata tampouco da decisão quanto à escolha do tipo de produtos alimentícios a serem mantidos nos expositores.

Segundo o gestor do Comitê Brasileiro de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABNT/CB-055) e também representante da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA), Sr. Oswaldo Bueno, uma norma técnica estabelece um nível mínimo de desempenho para uma determinada aplicação ou equipamento, nesse caso, do desempenho de expositores refrigerados, normalmente utilizados em estabelecimentos comerciais para a venda de produtos alimentícios.

Bueno complementa que a adoção das normas é importante para manter o modelo internacional de forma acessível e padronizada, facilitando o respeito às normas quanto ao correto desempenho do sistema ou do equipamento.

O ABNT/CB-055 é responsável pela Normalização no campo da refrigeração, ar condicionado, ventilação e aquecimento compreendendo refrigeração comercial e industrial, ar condicionado comercial e industrial, ventilação comercial e industrial e aquecimento convencional e solar, no que concerne à terminologia, classificação; identificação; desempenho e ensaios de máquinas, equipamentos e sistemas; projeto, execução e manutenção de sistemas; conservação de alimentos perecíveis; conforto humano; qualidade do ar e conservação de energia em ambiente comercial e industrial. 

Para saber mais informações sobre as normas entre em contato com ABNT/CB-055 (cb-055@abnt.org.br) e para adquirir as normas acesse o site www.abnt.org.br/catalogo.

Sobre a ABNT

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Primeiras operações serão intermediadas pelo Bandes, BRDE e Goiás Fomento

                    

São Paulo – O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) lançou hoje, em parceria com o Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes), Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Goiás Fomento, AXA Brasil Seguradora e Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), um produto financeiro inovador que une linhas de créditos concessionais de US$ 25 milhões a uma cobertura securitária para riscos de desempenho, dedicado a pequenas e médias empresas que queiram investir em projetos de energia solar distribuída e eficiência energética.

As linhas de crédito, as metodologias padronizadas de análise de projeto e o seguro garantia de eficiência energética fazem parte de um conjunto de mecanismos de balanceamento e mitigação de riscos, fruto do Programa de Eficiência Energética Garantida (em inglês, Energy Savings Insurance (ESI)) – uma iniciativa regional do BID, que objetiva estimular investimentos privados em sistemas de geração renovável e em mecanismos de uso eficiente da energia, como estratégia para a redução de custos e de impactos ao meio ambiente.

Estudos recentes indicam que somente o setor industrial brasileiro poderia economizar custos na ordem de R$ 4 bilhões ao ano com a adoção de tecnologias mais atualizadas em processos de resfriamento, climatização, compressores de ar, motores e sistemas de vapor e cogeração de energia.

O desafio é aumentar o investimento privado em projetos de eficiência por meio da maior conscientização dos investidores quanto às reais vantagens da implementação dos projetos. Nesse sentido, um conjunto de mecanismos foi desenvolvido para aumentar a confiança dos investidores sobre os resultados econômicos projetados, minimizando o risco de que a economia de energia não se concretize e dando alternativas de cobertura de perdas caso a economia não ocorra.

O seguro garantia de eficiência energética, por exemplo, foi especialmente desenvolvido para o programa com a colaboração da seguradora parceira AXA Brasil, similar aos seguros de performance oferecidos pelo mercado segurador brasileiro. O investidor é indenizado caso o contratado não alcance a economia de energia estimada.

Ao garantir que o investidor não sofrerá prejuízo econômico em caso de desempenho abaixo do esperado, o seguro garantia de eficiência energética reduz o risco mais evidente dos projetos de geração solar distribuída e eficiência energética, tornando-os ainda mais atrativos. Além disso, grande parte dos fornecedores, prestadores de serviços e integradores tem capacidade limitada de tomar financiamento para grandes projetos.

Nesse modelo, “o pagamento das parcelas do financiamento é realizado pelas empresas-clientes à instituição financeira, e não pelo fornecedor como em um modelo tradicional de serviços de conservação de energia, ou ESCO, sendo produto da economia energética gerada”, explica Maria Netto, Especialista em Mercado de Capitais do BID. “Uma vez que o principal risco esteja mitigado, esperamos que mais empresas possam conhecer e se beneficiar dos investimentos em eficiência energética”, complementa.

Pelo programa, Bandes, BRDE e Goiás Fomento receberam apoio para conceber e implementar estratégias financeiras sob medida para suas instituições e para os mercados que atendem, o que inclui análises de viabilidade, avaliação de tecnologias e de mercado, assim como planos de negócios e de implementação, entre outros elementos.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) será responsável pela acreditação de fornecedores, prestadores de serviços e integradores, bem como pela validação dos projetos, assegurando que as metodologias sejam respeitadas e que a instalação dos equipamentos e medição de economia energética ocorram de acordo com as premissas contratadas.

Por meio do controle de qualidade de serviços e equipamentos, exercido pela ABNT, associado a um novo modelo de contrato de desempenho e ao mecanismo securitário desenvolvido em parceria com a AXA Brasil Seguros, a iniciativa busca criar um mercado mais confiável, para que as pequenas e médias empresas encontrem conforto para a tomada da decisão de investimento em geração e uso sustentável de energia. O programa, ainda, busca promover uma atuação mais positiva dos fornecedores, prestadores de serviços e integradores em prol do desenvolvimento desse mercado e, por conseguinte, o acesso a financiamento para alavancar investimentos.

Espera-se que a implantação desses mecanismos demonstre importante potencial replicador no mercado brasileiro. O Programa de Eficiência Energética Garantida conta com recursos do Governo Dinamarquês e o modelo vem sendo aplicado também no México, El Salvador, Colômbia, Peru, Chile, Argentina e Paraguai.

Sobre a ABNT

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Desde 1950, a ABNT atua também na área de certificação, atendendo grandes e pequenas empresas, nacionais e estrangeiras. A ABNT possui atualmente mais de 400 programas de certificação, destinados a produtos, sistemas e verificação de gases de efeito estufa, entre outros. A sociedade identifica na Marca de Conformidade ABNT a garantia de que está adquirindo produtos e serviços em conformidade, atendendo aos mais rigorosos critérios de qualidade. A ABNT Certificadora tem atuação marcante nas Américas, Europa e Ásia, realizando auditorias em mais de 30 países.

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Responsável pelos programas habitacionais do Estado de São Paulo, Companhia fomenta ações que garantam a qualidade das construções.

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) do Estado de São Paulo, visando fomentar e garantir a qualidade das habitações construídas pelo governo do Estado, reconheceu as empresas certificadas através do Programa Setorial da Qualidade de Portas de Madeira para Edificações (PSQ-PME), coordenado pela Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), para fornecerem produtos para os empreendimentos da Companhia.

O acordo estabelecido com a Abimci viabiliza a publicação da relação de empresas e produtos certificados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), por meio do PSQ-PME, no site da CDHU. Todas as construções feitas pela CDHU, que demandarem portas internas de madeira, deverão adquirir produtos das empresas certificadas. A ação reforça o importante passo institucional, comercial e de reconhecimento do programa junto ao mercado.

O acordo foi firmado no âmbito do Programa da Qualidade da Construção Habitacional do Estado de São Paulo (Qualihab). Instituído por decreto em 1996, o Qualihab pretende garantir um trabalho de melhoria continua nas habitações oferecidas para a população.

Quarenta e uma entidades já aderiram e assinaram os acordos. Além disso, diversas entidades de Engenharia e Arquitetura estão desenvolvendo programas nos campos de geotecnia, fundações, topografia e construção civil.

A relação de empresas e produtos certificados será atualizada junto à Companhia periodicamente. A lista das empresas habilitadas a atender as obras do Estado de São Paulo ficará disponível no site www.cdhu.sp.gov.br/download/empresas-qualificadas/Portas-Internas-de-Madeira.pdf.

Para saber mais sobre o programa acesse www.psqportas.com.br.

Sobre a ABNT

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Desde 1950, a ABNT atua também na área de certificação, atendendo grandes e pequenas empresas, nacionais e estrangeiras. A ABNT possui atualmente mais de 400 programas de certificação, destinados a produtos, sistemas e verificação de gases de efeito estufa, entre outros. A sociedade identifica na Marca de Conformidade ABNT a garantia de que está adquirindo produtos e serviços em conformidade, atendendo aos mais rigorosos critérios de qualidade. A ABNT Certificadora tem atuação marcante nas Américas, Europa e Ásia, realizando auditorias em mais de 30 países.

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No mês de julho, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou no Diário Oficial a Portaria nº 5, de 3 de julho de 2018, homologando a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) como entidade acreditadora das operadoras de planos de saúde, para fins dos dispostos da Resolução Normativa nº 277, de 4 de novembro de 2011. Essa Resolução institui o Programa de Acreditação de Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde - OPS, com o objetivo de incentivar a melhoria continuada na qualidade assistencial da saúde suplementar.

O Programa de Acreditação tem como objetivo certificar a qualidade assistencial das operadoras de planos de saúde, de acordo com avaliação feita por entidades de acreditação homologadas pela ANS e, a partir de maio de 2013, obrigatoriamente habilitadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

A análise das empresas leva em conta diversos pontos para conceder a certidão, como a administração, a estrutura e a operação dos serviços de saúde oferecidos, o desempenho da rede de profissionais e de estabelecimentos de saúde conveniados e o nível de satisfação dos beneficiários.

A certidão de acreditação pode ser conferida em 3 níveis:

Nível I: operadoras de planos de saúde avaliadas entre 90 (noventa) e 100 (cem) pontos;

Nível II: operadoras de planos de saúde avaliadas entre 80 (oitenta) e 89 (oitenta e nove) pontos;

Nível III: operadoras de planos de saúde avaliadas entre 70 (setenta) e 79 (setenta e nove) pontos.

Para saber mais informações entre em contato com a ABNT (camila.torres@abnt.org.br).

Sobre a ABNT

A ABNT é o único Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC).

           
Desde 1950, a ABNT atua também na área de certificação, atendendo grandes e pequenas empresas, nacionais e estrangeiras. A ABNT possui atualmente mais de 400 programas de certificação, destinados a produtos, sistemas e verificação de gases de efeito estufa, entre outros. A sociedade identifica na Marca de Conformidade ABNT a garantia de que está adquirindo produtos e serviços em conformidade, atendendo aos mais rigorosos critérios de qualidade. A ABNT Certificadora tem atuação marcante nas Américas, Europa e Ásia, realizando auditorias em mais de 30 países.

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