Com publicação prevista para o segundo semestre deste ano, a norma ISO 21401 - Tourism and related services — Sustainability management system for accommodation establishments — Requirementsfoi tema de apresentação no 60º Congresso Nacional de Hotéis (Conotel), em Fortaleza (CE). Na quinta-feira, 17 de maio, o especialista Alexandre Garrido falou sobre características e benefícios da futura norma internacional, elaborada com base na ABNT NBR 15401:2014 - Meios de Hospedagem - Sistema de gestão da sustentabilidade, publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas. 

 

Garrido é coordenador da Comissão de Estudo de Turismo Sustentável do Comitê Brasileiro de Turismo (ABNT/CB-054) e do Grupo de Trabalho WG13 - Sustainable Tourism, da ISO. Depois de participar da elaboração da Norma Brasileira, por dois anos ele esteve à frente dos trabalhos que resultaram na norma internacional, aprovada nos dias 7 e 8 de maio durante a reunião anual do comitê técnico de turismo da ISO, em Buenos Aires, na Argentina.

A norma ISO 21401 descreve um Sistema de Gestão da Sustentabilidade para todos os tipos e tamanhos de meios de hospedagem, independentemente da localização geográfica. O atendimento aos requisitos da norma possibilita que o estabelecimento gerencie os impactos gerados, implementando ações que minimizem os negativos e potencializem os positivos. A questão da sustentabilidade tem merecido a atenção de todos os países, em particular aqueles que estão em fase de desenvolvimento e têm no turismo um fator de crescimento econômico, social e ambiental.

 

O gestor do ABNT/CB-054 é Alexandre Sampaio, presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), que tem buscado oportunidades de divulgar ao setor o trabalho de normalização desenvolvido no Brasil e na ISO.

Sobre a ABNT

A ABNT é o único Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC). 

 

Assessoria de Imprensa:

Monalisa Zia

imprensa@abnt.org.br

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Iniciativa visa ao fortalecimento da normalização técnica no setor da construção civil.

Um Memorando de Entendimento entre a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e a Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC) será assinado nesta sexta-feira, 18 de maio, em Florianópolis (SC). Na capital catarinense, está sendo realizado o 90º Encontro Nacional da Construção Civil (Enic), o principal evento do calendário da construção civil, nesta edição com o tema “Inovar e crescer, construindo um país melhor”.

A parceria tem o objetivo de contribuir para o fortalecimento da normalização técnica no âmbito da Construção civil. Para tanto, a ABNT e a CBIC dispõem-se a: facilitar o acesso às normas técnicas brasileiras; promover e disseminar as normas técnicas; realizar eventos conjuntos para divulgação; e integrar seus portais para facilitar o acesso às informações relacionadas à normalização técnica do setor da construção civil. Cada entidade designará um coordenador para fazer o acompanhamento das atividades.

Em seu acervo, a ABNT mantém 127 normas técnicas elaboradas no âmbito do Comitê Brasileiro da Construção Civil (ABNT/CB-002) e há várias outras de interesse do setor, relacionadas a tintas, vidros e cimento, concreto e agregados, por exemplo, desenvolvidas por comitês específicos.

Sobre a ABNT

A ABNT é o único Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC). 

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Norma Internacionalespecifica os requisitos para um sistema de gestão de saúde e segurança ocupacional.

No dia 4 de maio, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou a norma ISO45001:2018 - Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional - Requisitos com orientação para uso. Tradução da ISO 45001 - Occupational health and safety, lançada em março, a norma era muito aguardada e deverá transformar as práticas em locais de trabalho.

 

A ISO 45001:2018 especifica os requisitos para um sistema de gestão de saúde e segurança ocupacional (SSO) e fornece orientação para o seu uso, permitindo que indústrias e organizações de todos os portes proporcionem locais de trabalho seguros e saudáveis, prevenindo lesões e problemas de saúde entre seus colaboradores. Além disso, possibilitará que melhorem proativamente o seu desempenho de SSO.

 

A norma ganha maior relevância quando a Organização Internacional do Trabalho (OIT) registra que, em 2017, ocorreram 2,78 milhões de acidentes fatais, ou seja, todos os dias mais de 7.600 pessoas morreram de doenças ou lesões relacionadas ao trabalho. E ainda há os casos de ferimentos e doenças não fatais, que somam 374 milhões a cada ano.

 

Quanto ao Brasil, dados do Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, desenvolvido pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e pela OIT, apontam que ocorrem anualmente 700 mil acidentes do trabalho.

 

O Comitê de Projetos ISO PC 283, integrado por especialistas em saúde e segurança ocupacional, elaborou a ISO 45001:2018, seguindo outras abordagens genéricas de sistemas de gestão, como ISO 14001 e ISO 9001. O novo documento leva em conta outras Normas Internacionais nesta área, como, por exemplo, a OHSAS 18001 e diretrizes da OIT. Por sinal, a ISO 45001 substituirá a OHSAS 18001. Organizações já certificadas pela antiga referência mundial em saúde e segurança no trabalho terão prazo de três anos para migração para a nova norma, embora a certificação de conformidade com a ISO 45001 não seja obrigatória.

 

Interessados em outros detalhes da ISO 45001:2018ou em sua aquisição devem acessar: www.abntcatalogo.com.br

 

Sobre a ABNT

A ABNT é o único Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC). 

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Incêndio seguido de desabamento na capital paulista chama a atenção para a importância da normalização para promover segurança.

“Trata-se de uma edificação ocupada por movimento social, onde os equipamentos de prevenção e combate a incêndio ou foram retirados, ou estão inoperantes. As instalações elétricas não atendem às normas técnicas, tendo sido feita uma série de improvisações”. A observação está em documento finalizado pela Secretaria Municipal de Licenciamento da capital paulista, em janeiro do ano passado, sobre uma vistoria no edifício Wilton Paes de Almeida, de 24 andares, que pegou fogo e desabou na madrugada de 1º de maio, causando comoção nacional.

 

O superintendente do Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT/CB-024), engenheiro José Carlos Tomina, ressalta que um sinistro naquela magnitude só acontece quando há um conjunto de grandes falhas. Ele explica: “Falha-se na prevenção e inicia-se um incêndio, este encontra condições altamente propícias para se desenvolver no andar de início e, em seguida, se propagar para todo o edifício e, adicionalmente, propaga-se para edifícios vizinhos e provoca o colapso do edifício incendiado”. Conclui-se que todos os problemas ou danos que um incêndio pode provocar ocorreram naquela catástrofe.

 

Como se tratava de um edifício com ocupação irregular, de acordo com Tomina, já não se esperava que apresentasse condições adequadas de segurança contra incêndio, mas deveria atender aos requisitos mínimos relacionados, principalmente, a rotas de fuga seguras. “É o caso de corredores e escadas de segurança adequadamente dimensionados, sinalizados, iluminados e desobstruídos”, ele explica.

 

Também seria necessária a existência de equipamentos manuais de combate a princípios de incêndio, tais como extintores e sistemas de hidrantes ou de mangotinhos. Para manusear tais equipamentos deveria haver um número adequado de ocupantes habilitados, tanto para providenciar o combate a um eventual incêndio quanto para orientar os ocupantes a saírem do edifício de forma organizada e segura.

 

“Obviamente, é preferível evitar que um incêndio aconteça”, adverte o superintendente do ABNT/CB-024. Então, deve-se atentar para as medidas de prevenção, entre as quais se destacam o cuidado com instalações elétricas adequadamente dimensionadas, não manter grande quantidade de materiais combustíveis no interior do edifício e impedir atividades de cocção ou outras em que são empregadas fontes de calor sem os devidos cuidados.

 

Problemas em excesso

 

O edifício Wilton Paes de Almeida era um dos melhores exemplos da arquitetura moderna na capital paulista. Projetado pelo arquiteto Roger Zmekhol, em 1961, foi um dos primeiros no Brasil a inovar e ter sua fachada envidraçada. Foi também o primeiro a ter sistema de ar condicionado central e um hall de mármore e aço inoxidável. Em 1992, foi tombado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo.

 

Entretanto, na vistoria realizada em 2017, cujo relatório foi arquivado pelo Ministério Público, os técnicos relacionaram: ausência de extintores; sistema de hidrantes inoperante; ausência de mangueiras; ausência de luzes de emergências; ausência de sistema de alarme; instalações elétricas irregulares: fios sem isolamento adequado e expostos, além de entrada de energia improvisada; elevadores inoperantes e fechados por tapumes; e ausência de corrimão nas escadas. Instalações do sistema de para-raios não puderam ser avaliadas, porque o acesso estava bloqueado.

 

Tomina reitera que para todos os problemas apontados e, também, para várias outras questões relacionadas à segurança contra incêndio, há Normas Brasileiras da ABNT disponíveis e com nível técnico internacional. “Portanto, pode-se afirmar que se tais normas tivessem sido atendidas, certamente aquela catástrofe não teria ocorrido”, ele conclui.  

 

Existem 70 normas técnicas elaboradas no âmbito do Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio (ABNT/CB-024), entre elas, a ABNT NBR 14432:2001 – Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações. O documento estabelece as condições a serem atendidas pelos elementos estruturais e de compartimentação que integram os edifícios para que, em situação de incêndio, seja evitado o colapso estrutural. Para os elementos de compartimentação devem ser atendidos os requisitos de estanqueidade e isolamento por um tempo suficiente para possibilitar: fuga dos ocupantes da edificação em condição de segurança; segurança das operações de combate a incêndio; e minimização de danos a edificações adjacentes e à infraestrutura pública.

 

O ABNT/CB-024 tem a seguinte atribuição: Normalização no campo de segurança contra incêndio compreendendo fabricação de produtos e equipamentos, bem como projetos e instalação de prevenção e combate a incêndio e serviços correlatos; análise e avaliação de desempenho ao fogo de materiais, produtos e sistemas dentro dos ambientes a eles pertinentes; medição e descrição da resposta dos materiais, produtos e sistemas, quando submetidos a fontes de calor e chama, sob condições controladas de laboratório, no que concerne a terminologia, requisitos, métodos de ensaio e generalidades.

 

 

Sobre a ABNT

A ABNT é o único Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC). 

  

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Na Assembleia Geral Ordinária, realizada em 26 de abril, foram conhecidos os novos membros do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), para o mandato 2018-2021.

Na categoria Sócio Mantenedor, foram eleitos a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea/SP),a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e o Sindicato Nacional das Indústrias de Máquinas (Sindimaq).

Na categoria Sócio Contribuinte, foram eleitos a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) e o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA).

Na categoria Sócio Individual Microempresa, foi eleito o DB Laboratório de Engenharia Acústica Eireli.

Ainda na Assembleia, em atendimento à ordem do dia, foi aprovado por unanimidade o balanço do exercício de 2017, bem como o plano anual de 2018 apresentado pelo Diretor Geral da ABNT.

A ABNT parabeniza os novos membros do Conselho Deliberativo e deseja-lhes sucesso no exercício de seus mandatos que contribuirão com a grandeza da normalização brasileira.

Sobre a ABNT

A ABNT é o único Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC).

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Comissão prevê criar norma também para parques aquáticos.

A Comissão de Estudo Especial de Parques de Diversão (ABNT/CEE-117) têm se reunido para discutir a revisão da norma ABNT NBR 15926:2011 - Equipamentos de parques de diversão – Partes 1 a 5. Além disso, existem discussões sobre o desenvolvimento de um projeto de norma para parques aquáticos.

As reuniões estão acontecendo com a participação e apoio da Associação das Empresas de Parques de Diversões do Brasil (Adibra), uma entidade que representa e profissionaliza o segmento. Atualmente, conta com mais de 80 empresas filiadas, que representam cerca de 300 parques de diferentes tipos e portes, além dos variados fornecedores de produtos e serviços.

Confira a norma e suas partes:

  • ABNT NBR 15926-1:2011 - Equipamentos de parques de diversão Parte 1: Terminologia
  • ABNT NBR 15926-2:2011 - Equipamentos de parques de diversão Parte 2: Requisitos de segurança do projeto e de instalação
  • ABNT NBR 15926-3:2011 - Equipamentos de parques de diversão Parte 3: Inspeção e manutenção
  • ABNT NBR 15926-4:2011 - Equipamentos de parques de diversão Parte 4: Operação
  • ABNT NBR 15926-5:2011 - Equipamentos de parques de diversão Parte 5: Parques aquáticos

ABNT/CEE-117

A Comissão de Estudo de Parques de Diversão (ABNT/CEE-117) é responsável pela Normalização no campo de parques de diversão compreendendo projeto, instalação, fabricação, montagem, operação e manutenção no que concerne a terminologia, requisitos e ensaios.

A participação nas Comissões de Estudo da ABNT é voluntária e aberta a qualquer interessado. Para isso, basta enviar um email para o analista responsável Antonio Cordeiro (antonio.cordeiro@abnt.org.br).

Sobre a ABNT

A ABNT é o único Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC), influenciando o conteúdo de normas e procurando garantir condições de competitividade aos produtos e serviços brasileiros, além de exercer seu papel social. Além disso, a ABNT também é um Organismo de Avaliação da Conformidade acreditado pelo Inmetro para a certificação de diversos produtos, sistemas e programas ambientais, como o rótulo ecológico e a verificação de inventários de gases de efeito estufa. 

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Monalisa Zia

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A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) estará presente com estande no 25º Evento Internacional de Soluções, Produtos, Serviços, Tecnologia, Inovações e Equipamentos para a cadeia da saúde – Hospitalar Feira + Fórum. O evento ocorrerá de 22 a 25 de maio, nos pavilhões da Expo Center Norte em São Paulo.

Reconhecida internacionalmente, a Hospitalar atrai a atenção de empresários e profissionais dos cinco continentes e apresenta soluções para a área da saúde de mais de 1.200 marcas nacionais e internacionais, funcionando como plataforma global para geração de negócios e networking no mercado de saúde brasileiro e sul-americano.

A ABNT, por meio do Comitê Brasileiro Odonto-Médico-Hospitalar (ABNT/CB-026), desenvolve normas técnicas que contribuem para o setor, compreendendo produtos correlatos de saúde tais como: materiais, artigos, aparelhos, dispositivos, instrumentos e acessórios, cujo uso ou aplicação na prática médica, hospitalar, odontológica e de laboratório estejam associados às ações e serviços de saúde, no que concerne à terminologia, requisitos, métodos de ensaio e generalidades.

Serviço:

Hospitalar

25ª Evento Internacional de Soluções, Produtos, Serviços, Tecnologia, Inovações e Equipamentos para a cadeia da saúde

De 22 a 25 de maio

Local: Expo Center Norte

Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme - São Paulo/SP

Para mais informações, acesse: http://www.hospitalar.com/pt

Sobre a ABNT

 A ABNT é o Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela gestão do processo de elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC), influenciando o conteúdo de normas e procurando garantir condições de competitividade aos produtos e serviços brasileiros, além de exercer seu papel social. Além disso, a ABNT também é um Organismo de Avaliação da Conformidade acreditado pelo Inmetro para a certificação de diversos produtos, sistemas e programas ambientais, como o rótulo ecológico e a verificação de inventários de gases de efeito estufa. 

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Conclusão do documento baseado em norma brasileira deve acontecer em maio, em Buenos Aires, na próxima reunião anual do Comitê Técnico de Turismo da ISO.

A sugestão foi ousada: oferecer a norma brasileira ABNT NBR 15401:2014 - Meios de HospedagemSistema de Gestão da Sustentabilidade – Requisitos como base para a criação do documento internacional que unifica a norma de gestão da sustentabilidade para meios de hospedagem no padrão International Organization for Standardization (ISO). A etapa final do processo chega nos dias 7 e 8 de maio, na capital Argentina, quando os 99 países membros do ISO/TC 228 – Tourism and related services darão o aval para a conclusão e publicação da norma internacional.

Foram dois anos de trabalho e discussões envolvendo especialistas de 22 países, sob a coordenação de um brasileiro: Alexandre Garrido, coordenador eleito do ISO/TC 228 /WG13 – Sustainable Tourism, grupo criado para produzir o documento internacional. Ele esclarece que a homologação de uma norma ISO é um processo longo que costuma durar entre três e cinco anos, mas a nova norma acabou percorrendo um caminho que mostrou-se mais rápido que o normal.

A celeridade do processo mostra a eficiência do documento brasileiro, que já vinha norteando a gestão da sustentabilidade em hotéis e pousadas de todo o país desde 2004 e hoje cataloga diversos casos de sucesso. “Foram quatro reuniões desde a criação do WG-13: duas em 2016, na Malásia e no Rio de Janeiro; e mais duas no ano passado, na Cidade do Panamá e em Madri. Os representantes que vêm participando da discussão tem mostrado cada vez mais interesse em implementar a solução em seus países, pois perceberam que a norma, de fato, funciona e dá resultados para a hotelaria”, avalia o coordenador.

Garrido enfatiza que “o segredo da norma brasileira é que o meio de hospedagem trabalha a sustentabilidade sob a ótica da gestão do negócio e é voltada para o business, melhorando a gestão e fazendo o negócio ficar mais competitivo. Ao adotar as ações, o hoteleiro também melhora a experiência do turista e a norma mostra claramente as ações a serem implementadas”.

A norma internacional – Apesar de ter adiantado o prazo de conclusão em cerca de um ano, o processo de criação da nova norma, identificada por enquanto como ISO/DIS 21401 - Accommodation facilities -- Sustainability management system – Requirements seguiu o caminho obrigatório que toda norma internacional homologada percorre: a proposição e posterior aprovação da ISO, a instalação do grupo de trabalho – que começou com especialistas de 12 países membros e, atualmente tem 22 – as reuniões de avaliação de comentários enviados pelos países ao texto e as rodadas de votação para aprovar cada fase.

Com a aprovação final prevista para maio e a criação da futura norma ABNT NBR ISO 21401, a exitosa norma brasileira dá espaço ao padrão ISO, unificando mundialmente as recomendações para gestão de sustentabilidade nos meios de hospedagem. A expectativa é que o documento internacional leve cerca de cinco meses até a publicação final, chegando às mãos do público interessado em francês e em inglês – idiomas oficiais da ISO. A adoção do documento ISO no Brasil deverá ocorrer logo após a publicação oficial, na data provável de setembro.

Como a gestão da sustentabilidade pode ajudar um meio de hospedagem a tornar-se competitivo?

O trabalho começa com a definição dos impactos que a operação hoteleira gera nas dimensões ambiental, sociocultural e econômica. A partir disso, estabelecer os objetivos para minimizar os impactos negativos e/ou potencializar os positivos e começar a implantar práticas sustentáveis, monitorando as ações para avaliar os possíveis resultados. Se o hoteleiro identificar os impactos, estabelecer as ações e depois medir para ver se está chegando aos resultados propostos no plano de negócios, ele está fazendo a gestão da sustentabilidade.

“Quem percebe isso, vê que a norma ajuda a administrar o negócio, tornando-o sustentável”, ressalta Alexandre Garrido, sublinhando que a norma é uma ferramenta de gestão com visão moderna. “O hotel pode usar os resultados para melhorar a experiência do turista e a imagem perante a opinião pública e, com isso, dar mais visibilidade ao empreendimento, aumentar a taxa de ocupação e a rentabilidade e, consequentemente, a competitividade no mercado”, conclui.

ABNT/CB-054

No Brasil, o Comitê Brasileiro do Turismo é o responsável pela Normalização no campo do turismo (hotelaria, restaurantes e refeições coletivas, agenciamento e operação e demais funções do setor de turismo), compreendendo a normalização de serviços específicos do setor de turismo e de operações e competências de pessoal, no que concerne a terminologia, requisitos e generalidades. Atualmente possui Alexandre Sampaio como gestor e Alexandra Garrido como coordenador da Comissão de Estudos de Turismo Sustentável (ABNT-CE 54.0004.01), que faz parte do ABNT/CB-054. A participação nos Comitês Brasileiros e Comissões de Estudo da ABNT é voluntária e aberta a qualquer interessado.

Sobre a ABNT

A ABNT é o único Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC), influenciando o conteúdo de normas e procurando garantir condições de competitividade aos produtos e serviços brasileiros, além de exercer seu papel social. Além disso, a ABNT também é um Organismo de Avaliação da Conformidade acreditado pelo Inmetro para a certificação de diversos produtos, sistemas e programas ambientais, como o rótulo ecológico e a verificação de inventários de gases de efeito estufa. 

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Em meio ao impasse da importação com sobretaxa nos Estados Unidos, o aço brasileiro continua sendo reconhecido por sua alta qualidade e o atendimento aos requisitos de normas técnicas.

            Mais de 300 normas técnicas compõem o acervo do Comitê Brasileiro de Siderurgia (ABNT/CB-028), norteando a produção de aço que é exportado para diversos países. O setor, entretanto, enfrenta um impasse desde que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estabeleceu a aplicação de sobretaxa de 25% para importação pelo país, sob a alegação de que é preciso proteger a indústria e os trabalhadores norte-americanos. A medida, que estava prevista para entrar em vigor em 23 de março, foi suspensa temporariamente, como resultado de mobilização liderada pelo Instituto Aço Brasil (IABr), com apoio do governo federal, dando mais fôlego para novas negociações.

            Não foi por acaso que, em 2017, o Brasil exportou 4,7 milhões de toneladas de aço para os EUA, com um faturamento de US$ 2,6 bilhões. “O parque siderúrgico brasileiro é tecnologicamente atualizado e, portanto, o aço produzido no país é de alta qualidade, atendendo aos requisitos estabelecidos nas normas técnicas brasileiras e nas dos demais países”, afirma Maria Cristina Yuan, gestora do ABNT/CB-028, que foi constituído em 1995 com o objetivo de promover a normalização do aço e de produtos siderúrgicos.

            A normalização, como observa a gestora, traz vários benefícios em um mundo cada vez mais competitivo e globalizado. Facilita o diálogo entre fornecedores e consumidores e possibilita a colaboração técnica de empresas, academia, laboratórios e outras partes interessadas visando assegurar a melhor qualidade possível no estabelecimento de requisitos e especificações, sejam de produtos ou de sistemas. “A normalização de produtos e sistemas colabora para o aumento da produtividade, redução de custos e maior acesso a mercados, além de propiciar maior segurança e confiabilidade dos consumidores nos produto que atendem aos requisitos das respectivas normas técnicas”, ela ressalta.

            O ABNT/CB-028 oferece mais de 300 normas técnicas relativas ao aço e aos produtos siderúrgicos, incluindo documentos adotados da Associação Mercosul de Normalização (AMN), International Organization for Standardization (ISO) e Comissão Pan-americana de Normas Técnicas (Copant). Em sintonia com a atualização tecnológica, Comissões de Estudo do Comitê aprovaram recentemente projetos de normas novas e revisões que serão submetidos à Consulta Nacional pela ABNT.

            São os seguintes os projetos de normas:

  • 28:001.006-003 - Grades de piso e degraus de aço carbono e aço inox eletrofundidos – Requisitos
  • 28:001.001-004 - Bobinas e chapas finas de aço multiconstituído, laminadas a quente, de alta resistência mecânica – especificação
  • 28:002.004-003 - Barras laminadas de aço, chatas, redondas, quadradas e sextavadas, para uso estrutural — Dimensões e tolerâncias
  • 28:002.002.001 - Tela soldada de arame zincado para cercamento

Quanto às normas revisadas, são as seguintes:

  • ABNT NBR 14965 - Tiras de aço relaminado microligado de alta resistência mecânica – Requisitos
  • ABNT NBR 8261 - Tubos de aço-carbono, formado a frio, com e sem solda, de seção circular, quadrada ou retangular para usos estruturais – Requisitos
  • ABNT NBR 6321 - Tubos de aço-carbono sem solda, para serviços em altas temperaturas
  • ABNT NBR 14964 - Produtos Planos de aço zincados pelo processo contínuo de eletrodeposição – Requisitos gerais
  • ABNT NBR 16284 - Bobinas e chapas de aço bifásico revestidas com zinco ou liga zinco-ferro pelo processo contínuo de imersão a quente – Especificação
  • ABNT NBR 15530 - Fibras de aço para concreto – Especificação
  • ABNT NBR 16285 - Bobinas e chapas de aço multiconstituídos, de alta resistência mecânica, laminadas a frio — Especificação

            O IABr exerce a Secretaria Técnica do ABNT/CB-028, responsável pela Normalização no campo de siderurgia compreendendo  matérias primas e insumos siderúrgicos, tais como: carvão, coque, ferro-ligas, sucata e produtos para lingotamento de aço; e produtos siderúrgicos planos, longos e tubulares de aço, no que concerne a terminologia, requisitos, métodos de ensaio e generalidades. 

Questão de segurança

            No dia 8 de março, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a decisão de estabelecer alíquota de importação de 25% para o aço. Esta medida extrema foi tomada no âmbito da chamada Seção 232, que não era colocada em prática há mais de 15 anos, sob o argumento de que as importações de aço constituem ameaça à segurança do país. Seria uma forma de proteger a indústria siderúrgica dos Estados Unidos e seus trabalhadores diante da ameaça do excesso de capacidade de produção de aço no mundo, superior a 700 milhões de toneladas.

            Entretanto, no dia 22 de março, em audiência no Senado norte-americano, o embaixador Robert E. Lighthizer anunciou a exclusão temporária do Brasil - assim como Coreia do Sul, Argentina, Austrália, União Europeia, Canadá e México - da aplicação da sobretaxa, pelo período de 30 dias. “Mas o País continua as negociações com os Estados Unidos para exclusão permanente”, informa Marco Polo de Mello Lopes, presidente executivo do IABr, organização que representa as siderúrgicas brasileiras e tem recebido apoio da Presidência da República e dos Ministérios de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e das Relações Exteriores (MRE).

            Diferentemente da maioria dos países que exportam para os EUA, 81% das exportações brasileiras de aço para aquele país são de produtos semi-acabados despachados para produtores de aço locais para laminação e acabamento. Mais de 20 usinas siderúrgicas americanas usam os produtos semi-acabados importados do Brasil em suas operações. Ou seja, as importações de aço do Brasil têm grande sinergia com a produção de aço dos EUA e aumentam a competitividade da indústria manufatureira, de agronegócio e infraestrutura.

            O Brasil ocupa a segunda posição no ranking dos países exportadores de aço para os Estados Unidos, atrás apenas do Canadá. Na avaliação do IABr, o bloqueio das exportações para o mercado americano causará dano significativo não só para as empresas siderúrgicas brasileiras, mas também para as americanas, que não terão condições de suprir a demanda do mercado doméstico. A falta de aço nos EUA provocará aumento dos preços para os consumidores finais.

Coletânea e certificação

        A ABNT Editora disponibiliza uma coletânea eletrônica de normas técnicas para o setor de siderurgia. Com foco em chapas e bobinas de aço, a publicação tem 123 páginas e reúne 14 normas em formato digital. Entre elas está a ABNT NBR 5915: 2013, com seis partes que apresentam requisitos e processos de produção de chapas e bobinas laminadas a frio.

        As demais normas são: ABNT NBR 14964:2003; ABNT NBR 7008-1:2012; ABNT NBR 7008-2:2012; ABNT NBR 7008-3:2012; ABNT NBR 7008-4:2012 Versão Corrigida:2013; ABNT NBR 7008-5:2012; ABNT NBR 7008-6:2012; e ABNT NBR 7013:2013.

        Para adquirir a publicação, acesse: http://www.abntcatalogo.com.br/pub.aspx?ID=477

        Por sua vez, a ABNT Certificadora dispõe de programas voltados a produtos de aço para a construção civil, de certificação voluntária ou compulsória. São eles: barras e fios de aço destinados a armaduras para Concreto Armado; tubos de aço-carbono para usos comuns e tubos de aço-carbono para usos em altas temperaturas; armaduras treliçadas eletrossoldadas; tela de aço soldada; conexões de ferro fundido maleável para condução de fluidos; telhas de aço revestidas, de seção ondulada ou trapezoidal; e cabos de aço para uso geral.

        As empresas interessadas na avaliação da conformidade de seus produtos devem solicitar a certificação junto à ABNT, pelo e-mail certificacao@abnt.org.br.

Sobre a ABNT

A ABNT é o único Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC), influenciando o conteúdo de normas e procurando garantir condições de competitividade aos produtos e serviços brasileiros, além de exercer seu papel social. Além disso, a ABNT também é um Organismo de Avaliação da Conformidade acreditado pelo Inmetro para a certificação de diversos produtos, sistemas e programas ambientais, como o rótulo ecológico e a verificação de inventários de gases de efeito estufa. 

  

Assessoria de Imprensa:

Monalisa Zia

imprensa@abnt.org.br

11 3017.3660

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) apoiará e participará da 13ª edição da Feira Internacional de Design e Tecnologia em Vidro - Glass South América, que será realizada de 09 a 12 de maio, no São Paulo Expo.

Trata-se do evento bienal mais importante do setor vidreiro na América Latina, reunindo profissionais qualificados do setor que buscam por novas tecnologias, fornecedores e networking.

A ABNT, por meio de normas técnicas contribui para a segurança e qualidade do setor. Neste caso, quem toma conta do assunto é o Comitê Brasileiro de Vidros Planos (ABNT/CB-037), cuja secretaria técnica está a cargo da Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (Abravidro). O Comitê tem como âmbito de atuação a Normalização no campo de vidros planos, compreendendo materiais e propriedades dimensionais no que concerne a terminologia, requisitos, métodos de ensaio e generalidades. 

No dia 10, a ABNT estará representada por Rafael Sorrija, responsável pelo Centro de Informações Tecnológicas e para Negócios (CIT), no estande da Abravidro. Na ocasião será realizado um plantão, onde todos os interessados poderão tirar dúvidas sobre as normas técnicas.

Serviço:

Glass South América 2018

Data: 09 a 12 de maio

Local:São Paulo Expo - Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 | Cep: 04329-900 | São Paulo/SP.
Para mais informações, acesse: https://www.glassexpo.com.br/

Sobre a ABNT

A ABNT é o único Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC), influenciando o conteúdo de normas e procurando garantir condições de competitividade aos produtos e serviços brasileiros, além de exercer seu papel social. Além disso, a ABNT também é um Organismo de Avaliação da Conformidade acreditado pelo Inmetro para a certificação de diversos produtos, sistemas e programas ambientais, como o rótulo ecológico e a verificação de inventários de gases de efeito estufa. 

  

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