Os danos à reputação ou à marca, crime cibernético, risco político e terrorismo são alguns dos riscos que as organizações privadas e públicas de todos os tipos e tamanhos do mundo devem enfrentar cada vez mais.

Para gerenciar todos esses tipos de riscos nas organizações, acaba de ser lançada a nova versão da ISO 31000 - Gestão de riscos - Diretrizes, que substitui a atual ISO 31000:2009. A norma fornece diretrizes gerais para gerenciar riscos, em quaisquer atividades, incluindo a tomada de decisão em todos os níveis. Além disso, fornece também uma abordagem comum que pode ser personalizada para cada tipo de organização e seus contextos.

A revisão da norma oferece um guia mais claro, mais curto e mais conciso que ajudará as organizações a usar os princípios de gerenciamento de risco para melhorar o planejamento e tomar melhores decisões. A seguir estão as principais mudanças desde a edição anterior:

• Revisão dos princípios da gestão de riscos, que são os principais critérios para o seu sucesso;
• Foco na liderança da alta administração, que deve assegurar que o gerenciamento de riscos seja integrado em todas as atividades organizacionais, começando pela governança da organização;
• Maior ênfase na natureza iterativa da gestão de riscos, aproveitando novas experiências, conhecimento e análise para a revisão de elementos de processo, ações e controles em cada etapa do processo;                                                                                                                                       • Racionalização do conteúdo com maior foco na manutenção de um modelo de sistemas abertos que regularmente troque feedback com seu ambiente externo para atender a múltiplas necessidades e contextos.

No Brasil, esta nova versão foi elaborada pela Comissão de Estudo Especial de Gestão de Riscos (ABNT/CEE-063) e será lançada em breve como Norma Brasileira (NBR), substituindo a versão vigente de 2009.

O texto em português contou com a participação de 69 profissionais de várias empresas de diversos segmentos e está em Consulta Nacional até o dia 08 de março. Esta consulta tem como objetivo divulgar o projeto para os interessados recebendo comentários e voto de aprovação (ou não) como Norma Brasileira. Caso existam observações e objeções técnicas, estas serão analisadas antes que seja publicada como Norma Brasileira. Para visualizar o documento acesse www.abntonline.com.br/consultanacional.

Outras normas de gestão de riscos e gestão de continuidade de negócios (GCN) estão sendo trabalhadas pela ABNT/CEE-063 e os interessados em participar podem enviar email para a analista responsável (milena.pires@abnt.org.br).

Sobre a ABNT


A ABNT é o Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela gestão do processo de elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC), influenciando o conteúdo de normas e procurando garantir condições de competitividade aos produtos e serviços brasileiros, além de exercer seu papel social. Além disso, a ABNT também é um Organismo de Avaliação da Conformidade acreditado pelo Inmetro para a certificação de diversos produtos, sistemas e programas ambientais, como o rótulo ecológico e a verificação de inventários de gases de efeito estufa.

Assessoria de Imprensa

Monalisa Zia
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A GOJO Industries Inc., empresa norte americana líder mundial na produção e comercialização de soluções para saúde e higiene da pele, obteve a renovação da certificação de Rotulagem Ambiental da ABNT para alguns de seus produtos comercializados no Brasil.

A auditoria de renovação foi conduzida pela ABNT que utilizou os procedimentos de certificação: PE-121 Rótulo Ecológico para Produtos de Higiene Pessoal; PE-178 Rótulo Ecológico para higienizador de mãos industrial e institucional e PE-179 Rótulo Ecológico para higienizador antisséptico instantâneo de mãos.

Ao todo, foram sete produtos certificados. Segundo Luciana Barbosa,Quality & Regulatory Affairs Manager, da GOJO Latin America, “a GOJO, como empresa sustentável, possui metas e a certificação do selo verde é uma consequência do nosso processo de sustentabilidade. Atualmente a demanda por este tipo de produto cuja produção não compromete as futuras gerações em termos econômicos, sociais e ambientais está crescendo no mundo todo, é uma tendência. O produto certificado é diferenciado e fornece valor agregado ao produto, o que valoriza ainda mais a qualidade, preocupação com o consumidor, com as futuras gerações e com o planeta.”

Apesar de o programa ambiental ser focado em um dos pilares da sustentabilidade, o Ecológico, um dos grandes diferenciais do programa de Rotulagem Ambiental da ABNT é o cuidado com os aspectos sociais como, por exemplo, a saúde e segurança dos trabalhadores e o vinculo empregatício.

Isso significa que, para que uma organização obtenha a certificação de Rotulagem Ambiental da ABNT, ela deve estar isenta de qualquer trabalho escravo ou informal.

Além disso, são avaliados a saúde ocupacional dos trabalhadores, com exames periódicos, avaliação de ruídos, emissão de material particulado e outros.

Para conhecer melhor o Programa e obter mais informações sobre a Certificação de Rotulagem Ambiental, acesse www.abntonline.com.br/sustentabilidade

Sobre a ABNT


A ABNT é o Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela gestão do processo de elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC), influenciando o conteúdo de normas e procurando garantir condições de competitividade aos produtos e serviços brasileiros, além de exercer seu papel social. Além disso, a ABNT também é um Organismo de Avaliação da Conformidade acreditado pelo Inmetro para a certificação de diversos produtos, sistemas e programas ambientais, como o rótulo ecológico e a verificação de inventários de gases de efeito estufa.

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Monalisa Zia
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A importância desses documentos para agregar qualidade e durabilidade aos artigos têxteis é cada vez mais reconhecida.

Nas 272 normas publicadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) no âmbito do Comitê Brasileiro de Têxteis e do Vestuário (ABNT/CB-017), confeccionistas encontram informações que conduzem à produção de artigos com qualidade, conforto, resistência e durabilidade. No mercado, essas características tornam-se diferenciais competitivos e atendem às melhores expectativas do consumidor.

Quando se trata de vestuário para crianças e adolescentes, destaca-se ainda o aspecto da segurança, evitando que aviamentos e acessórios ofereçam riscos aos usuários. Não por acaso, normas da ABNT são recomendada pelo Laboratório de Tecnologia Têxtil do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) no “Manual de especificações técnicas para uniformes escolares”.

As orientações do Manual são destinadas a fornecedores, instituições de ensino da rede pública ou particular, prefeituras e governos, de forma a estabelecerem parâmetros de qualidade para a produção e aquisição de peças do vestuário escolar. A base da publicação é a ABNT NBR 15778:2009 - Uniforme escolar - Requisitos de desempenho e segurança, envolvendo solidez da cor, resistência à tração, esgarçamento da costura, entre outros.

Outra norma citada é a ABNT NBR 16365:2015 - Segurança de roupas infantis - Especificações de cordões fixos e cordões ajustáveis em roupas infantis e aviamentos em geral - Riscos físicos, que especifica os requisitos para cordões fixos e cordões ajustáveis em roupas infantis, incluindo trajes com capuz para crianças com até 14 anos de idade, além de descrever outros riscos com aviamentos presentes nas roupas.

ABNT/CB-017

O ABNT/CB-017 é responsável pela normalização no campo da indústria têxtil e do vestuário compreendendo fibras, fios, cabos, cordoalhas, tecidos e outros artigos fabricados em têxteis; artigos confeccionados; matérias-primas; produtos químicos e auxiliares necessários para os diversos tratamentos.

 A diversidade de temas das normas para têxteis e vestuário, que contemplam até zíperes e linhas, confirma a importância do acervo para os confeccionistas. Um exemplo é a ABNT NBR 16060:2012 - Vestuário — Referenciais de medidas do corpo humano — Vestibilidade para homens corpo tipo normal, atlético e especial, que estabelece um sistema de indicação de tamanhos de roupas para homens de corpo tipo normal, atlético e especial, incluindo roupa de malha e roupa de banho.

Há normas que especificam características de determinados tipos de tecido, como a ABNT NBR 13917:1997 - Material têxtil - Tecido plano de 100% algodão para roupas profissionais e uniformes e a ABNT NBR 12720:1995 - Artigo confeccionado em tecido de malha - Tolerâncias de medidas – Padronização.

Sobre a ABNT

A ABNT é o Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela gestão do processo de elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC), influenciando o conteúdo de normas e procurando garantir condições de competitividade aos produtos e serviços brasileiros, além de exercer seu papel social. Além disso, a ABNT também é um Organismo de Avaliação da Conformidade acreditado pelo Inmetro para a certificação de diversos produtos, sistemas e programas ambientais, como o rótulo ecológico e a verificação de inventários de gases de efeito estufa.

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Monalisa Zia
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Experiência profissional e conhecimento das regulamentações são pontos essenciais para contratação do serviço

Com a publicação da norma ABNT NBR 15575– Edificações Habitacionais – Desempenho, em 2013, as exigências na elaboração de projetos aumentaram. No caso de estruturas de cobertura – item que aparece na parte 5 da norma -, tornou-se obrigatório o dimensionamento da estrutura segundo a norma pertinente ao material utilizado, indicação da vida útil de projeto, detalhes de montagem, informações sobre manutenção e uso, especificações de materiais para atendimento aos critérios de desempenho referente ao impacto de chuva de granizo, conforto térmico e acústico, ação de fogo, entre outros.

Segundo o engenheiro civil, especialista em estruturas de madeira, Guilherme Stamato, a madeira é a primeira opção para os projetos de coberturas de edificações residenciais no país. “A escolha é feita, em partes, devido ao custo competitivo, disponibilidade de material e mão de obra”, explica. Além disso, ele lembra que são muitas as soluções estruturais e os sistemas construtivos que podem ser aplicados em estruturas de madeira para cobertura. “Pode-se escolher, entre espécies nativas ou de floresta plantada; sistemas construtivos mais industrializados ou menos, em função das características da obra, tais como quantidade de repetição, facilidade de içar as peças maiores (industrializadas) ou menores (montadas no local), cronograma de montagem etc”, explica.

No entanto, para que as construtoras tenham as garantias e a segurança de usar a madeira em seus projetos, é essencial exigir dos responsáveis técnicos pelo desenvolvimento das estruturas de coberturas a apresentação de todos os projetos contemplados na norma ABNT NBR 15575:2013.

Outro ponto que merece atenção é que desde o janeiro de 2017, o Ministério das Cidades incorporou diversas exigências da norma de desempenho ao Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil (SiAC), que é parte do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H). Com o Regulamento do SiAC, entre os Requisitos do Sistema de Gestão da Qualidade para a obtenção do Nível A do PBQP-H, passa a ser necessário a apresentação de todos os projetos exigidos pela norma. Construtoras que obtêm o nível máximo no Programa podem aprovar projetos e financiamentos junto à Caixa Econômica Federal e outras instituições de crédito privadas, participar do programa “Minha Casa, Minha Vida”, habilitar a empresa para participação de licitações municipais e estaduais; obter benefícios junto ao BNDES e estabelecer padrões de qualidade dos empreendimentos realizados.

Na avaliação de Stamato, a construtora que contrata especialistas no assunto deve exigir um detalhamento do projeto. “Os documentos servirão para orientar a contratação da equipe de execução até a fiscalização da correta execução, adequando a estrutura de cobertura não só às exigências da norma de desempenho e ao SiAC, mas às melhores práticas de construção e, consequentemente, aos melhores resultados para os negócios”, completa.

ABNT/CB-002

O Comitê Brasileiro da Construção Civil (ABNT/CB-002) é responsável pela Normalização no campo da construção civil, no que concerne a edificações, compreendendo: terminologia; projeto de estruturas, independente do material da construção; organização de informações de projeto e construção; requisitos geométricos gerais para construção e elementos construtivos, incluindo coordenação modular e seus princípios básicos regras gerais para juntas, limites e tolerâncias; regras gerais para outros requisitos de desempenho de construção e sistemas construtivos incluindo a coordenação destes com os requisitos de desempenho; projeto de ambiente interno de novos edifícios e modernização de existentes visando a sustentabilidade (incluindo conservação de energia e eficiência energética). Ambiente interno inclui fatores térmicos, acústicos e visuais e qualidade de ar; projeto e execução de obras e serviços da construção, visando a segurança de trabalhadores; gerenciamento e custos da construção, incluindo estudos de viabilidade, orçamentos, organização do empreendimento, contratação, recebimento de obras e serviços; manutenção de edificações incluindo elaboração de manuais de uso e avaliação pós-ocupação. 

Sua secretaria técnica está a cargo do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP).

A norma ABNT NBR 15575 possui seis partes, são elas:

ABNT NBR 15575 – 1:2013 - Edificações habitacionais — Desempenho
Parte 1: Requisitos gerais;

ABNT NBR 15575 – 2:2013 – Edificações habitacionais — Desempenho
Parte 2: Requisitos para os sistemas estruturais;

ABNT NBR 15575 – 3:2013 – Edificações habitacionais — Desempenho
Parte 3: Requisitos para os sistemas de pisos;

ABNT NBR 15575 – 4:2013 – Edificações habitacionais — Desempenho
Parte 4: Requisitos para os sistemas de vedações verticais internas e externas — SVVIE;

ABNT NBR 15575 – 5:2013 – Edificações habitacionais — Desempenho
Parte 5: Requisitos para os sistemas de coberturas;

ABNT NBR 15575 – 6:2013 - Edificações habitacionais — Desempenho
Parte 6: Requisitos para os sistemas hidrossanitários.


Sobre a ABNT


A ABNT é o Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela gestão do processo de elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC), influenciando o conteúdo de normas e procurando garantir condições de competitividade aos produtos e serviços brasileiros, além de exercer seu papel social. Além disso, a ABNT também é um Organismo de Avaliação da Conformidade acreditado pelo Inmetro para a certificação de diversos produtos, sistemas e programas ambientais, como o rótulo ecológico e a verificação de inventários de gases de efeito estufa.


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Monalisa Zia
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Uma Norma Brasileira traz requisitos para fabricação e segurança desses dispositivos, que podem ser certificados pela própria ABNT.

A ABNT NBR 11785:1997 — Barra antipânico – Requisitos, é a norma técnica que estabelece as condições para fabricação, segurança e funcionamento desse dispositivo destinado às saídas de emergência. A barra antipânico permite a abertura de portas de saídas de emergência de forma simples, já que, em vez de girar alavancas ou maçanetas, basta que a pessoa jogue seu peso nesse mecanismo para abri-lo imediatamente.

           
A Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (Abravidro) destaca que há no mercado travas antipânico desenvolvidas especialmente para aplicação em portas de vidro. A entidade, que responde pela Secretaria Técnica do Comitê Brasileiro de Vidros Planos (ABNT/CB-037), alerta que a segurança vem em primeiro lugar, por isso sempre deve ser observada a norma, elaborada pelo Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio (ABNT/CB-024) há mais de 20 anos e cujo conteúdo foi confirmado em 2008.

           
A norma técnica orienta a fabricação, a instalação e a manutenção de barras antipânico, fixando os requisitos de tamanhos, medidas, desempenho, materiais e características desses dispositivos. Também estabelece os ensaios de desempenho aos quais a barra antipânico deve ser submetida. Determina, por exemplo, que os
materiais que a compõem devem ser metálicos e que o ponto de solidus (o momento em que a substância começa a passar do estado sólido para o líquido) dos componentes da barra não pode ser inferior à temperatura de 500 °C.

           
A obrigatoriedade do uso desses dispositivos depende das determinações do órgão fiscalizador em cada região. Em São Paulo, o Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo (CBPMESP) aplica a Instrução Técnica nº 11 — Saídas de emergência, que exige a instalação de barras antipânico em: portas das saídas de emergência das salas; rotas de fuga; portas de comunicação com os acessos às escadas e descargas; e locais de reunião de público com capacidade de lotação acima de cem pessoas.  

Certificação

           

Acreditada junto ao Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), a ABNT dispõe de programa de certificação específico para barras antipânico, entre outros produtos relacionados à proteção contra incêndio.


Atualmente, além das barras antipânico, há programas de certificação para:
portas corta-fogo; isolante térmico para porta corta-fogo; acessórios para porta corta-fogo; sprinklers; extintores de incêndio; indicador de pressão para extintor; esguichos de jato regulável para combate a incêndio; pó para extinção de incêndio; mangueiras de incêndio; união para mangueiras de incêndio; serviço de inspeção e manutenção de mangueiras de incêndio; sistema de extinção de incêndio para veículos off-road, florestais e agronegócio; líquido gerador de espuma; sistemas de extinção; hidrantes; proteção passiva; e instalação e equipamentos de combate a incêndio.

           

Empresas interessadas em obter o certificado de conformidade da ABNT devem fazer contato pelo e-mail certificacao@abnt.org.br e em seguida receberão a relação de todos os documentos necessários para o processo.

Sobre a ABNT

A ABNT é o Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela gestão do processo de elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC), influenciando o conteúdo de normas e procurando garantir condições de competitividade aos produtos e serviços brasileiros, além de exercer seu papel social. Além disso, a ABNT também é um Organismo de Avaliação da Conformidade acreditado pelo Inmetro para a certificação de diversos produtos, sistemas e programas ambientais, como o rótulo ecológico e a verificação de inventários de gases de efeito estufa.

Assessoria de Imprensa

Monalisa Zia
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Iniciativa do Programa Setorial da Qualidade de Portas de Madeira para Edificações pretende incentivar uso de produtos certificados.

O Comitê de Portas da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci) lança esta semana a série de vídeos “PSQ-PME, a marca de qualidade da sua porta”. O primeirovídeo apresenta ao mercado o Programa Setorial da Qualidade de Portas de Madeira para Edificações (PSQ-PME), mostrando que por meio da certificação é possível garantir aos clientes desempenho, qualidade técnica e cumprimento das normas da ABNT.

O objetivo da campanha é disponibilizar informações que esclareçam as principais dúvidas dos profissionais que especificam os materiais utilizados na construção civil, promover a importância da certificação e da escolha por produtos certificados.

As próximas animações irão tratar de temas específicos como especificação por desempenho, instalação, pesquisa e desenvolvimento, sustentabilidade, entre outros.

Para ver o vídeo acesse https://youtu.be/6n1mKYmwOCc.
Mais informações sobre o Programa em
www.psqportas.com.br.

PSQ-PME

Com abrangência nacional, o Programa Setorial da Qualidade de Portas de Madeira para Edificações (PSQ-PME) reúne e representa os fabricantes de portas de madeira do Brasil, atuando em várias ações que visam o fortalecimento do segmento e o atendimento dos requisitos estabelecidos nas normas brasileiras vigentes.

Entre os principais objetivos da iniciativa estão o de promover a isonomia competitiva entre os fabricantes, por meio da conformidade técnica, adequando o desempenho dos produtos às normas existentes, estimular a melhoria continua, agregar valor às marcas e dar garantias ao consumidor final.

Desde 2014, é possível encontrar no mercado portas com a certificação da ABNT. São produtos que atendem à Norma Brasileira NBR 15930. As folhas de portas certificadas passam por um rigoroso controle de qualidade de produção, que inclui testes físicos e mecânicos de avaliação do desempenho realizados pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) de São Paulo.

ABNT/CB-031

O Comitê Brasileiro de Madeira (ABNT/CB-031) é o responsável pela Normalização no campo de madeiras compreendendo produtos madeireiros em geral, como madeiras serradas e beneficiadas, chapas de compensado, painéis de fibras e particulados, cavacos de madeira; produtos de madeira, como portas, pisos, cruzetas, postes e carreteis; preservação e tratamento de produtos madeireiros e de madeira, no que concerne à terminologia, requisitos e métodos de ensaios. Sua secretaria técnica está a cargo da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci).

Certificação ABNT

A Certificação consiste em um selo, concedido por um órgão certificador, que indica que a empresa cumpre os requisitos de uma determina norma técnica. Para portas de madeira, a ABNT Certificadora é o órgão que concede a certificação de acordo com a norma técnica ABNT NBR 15930-2 – Portas de Madeira para Edificações. O processo de certificação de produtos consiste em auditoria do sistema de gestão da qualidade na empresa e realização de ensaios conforme a norma. Cumpridas essas etapas, a empresa recebe a certificação e passa a usar a marca de conformidade ABNT em seus produtos. A certificação garante que a produção é controlada e que os produtos atendem continuamente as normas técnicas.

Além das portas de madeira, a ABNT Certificadora possui programas de certificação voluntários acreditados pelo Inmetro em diversos produtos para a construção civil, são eles: Cimento, Tijolos, Argamassas, Tintas, Bloco, piso, telhas de concreto, Metais sanitários, Chapa de gesso drywall, Produtos de fibrocimento, Esquadrias, Fechadura, Telhas e painéis termoacústicos.

Sobre a ABNT

    A ABNT é o único Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela gestão do processo de elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC), influenciando o conteúdo de normas e procurando garantir condições de competitividade aos produtos e serviços brasileiros, além de exercer seu papel social. Além disso, a ABNT também é um Organismo de Avaliação da Conformidade acreditado pelo Inmetro para a certificação de diversos produtos, sistemas e programas ambientais, como o rótulo ecológico e a verificação de inventários de gases de efeito estufa.

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Monalisa Zia
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Foi sancionada em 04 de janeiro, pelo presidente Michel Temer, a Lei Federal nº 13.589, que torna obrigatória a execução de um plano de manutenção, operação e controle (PMOC) de sistemas e aparelhos de ar-condicionado em edifícios de uso público e coletivo, inclusive produtivos, laboratoriais e hospitalares, estes últimos obedecendo a regulamentos específicos, visando à eliminação ou minimização de riscos potenciais à saúde dos ocupantes.

De acordo com a nova Lei, deverão ser obedecidos os parâmetros normativos e de qualidade regulamentados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e as normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Segundo o presidente do Comitê Nacional de Climatização e Refrigeração e da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), Arnaldo Basile, “foi uma longa luta, de mais de 15 anos, apoiado pela sociedade civil, que clamava pela aprovação desta lei, que trará enormes benefícios, principalmente, para a saúde da população. São inúmeras as doenças comprovadamente causadas pela má qualidade do ar, neste caso geradas por manutenção inadequada de sistemas de ar condicionado. De outra parte, os proprietários e usuários dos imóveis devem conscientizar-se que a boa manutenção planejada traz benefícios para seus empreendimentos, reduções nos custos com uma manutenção planejada, substituição de equipamentos obsoletos no momento adequado, redução dos riscos de incêndios e acidentes pessoais, possibilidade de reduções nos custos dos seguros, e fundamentalmente, melhor qualidade de vida”. 

“Estamos felizes por essa conquista e por terem citado as normas técnicas na lei. A ABNT é uma entidade privada que contribui na implementação de políticas públicas. Em sintonia com as preocupações da Abrava, estamos desenvolvendo em conjunto um programa de treinamento especializado para que os profissionais do setor estejam devidamente qualificados e saibam utilizar adequadamente as normas técnicas, atendendo assim às expectativas da lei”, complementa Ricardo Fragoso, diretor geral da ABNT.

O texto da Lei determina que os proprietários, locatários e prepostos responsáveis por sistemas de climatização já instalados terão o prazo de 180 dias, a partir da regulamentação da lei, para o cumprimento de todos os seus dispositivos.

Isto provocará uma mudança no comportamento dos usuários, que com o tempo perceberão os benefícios que um sistema de climatização e ar condicionado bem operado e mantido propicia. Por outro lado, o exercício das boas práticas de engenharia, gerará mais e melhores oportunidades de empreendimentos e empregos aos profissionais e empresas do setor de Ar Condicionado, Ventilação, Refrigeração e Aquecimento (AVACR), contribuindo assim para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

ABNT/CB-055

A ABNT possui um Comitê responsável por elaborar as normas para ar-condicionado, o Comitê Brasileiro de Refrigeração, Ar-Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABNT/CB-055), cuja secretaria técnica está a cargo da Abrava.

Este Comitê tem como escopo a Normalização no campo da refrigeração, ar condicionado, ventilação e aquecimento compreendendo refrigeração comercial e industrial, ar condicionado comercial e industrial, ventilação comercial e industrial e aquecimento convencional e solar, no que concerne à terminologia, classificação; identificação; desempenho e ensaios de máquinas, equipamentos e sistemas; projeto, execução e manutenção de sistemas; conservação de alimentos perecíveis; conforto humano; qualidade do ar e conservação de energia em ambiente comercial e industrial. 

São cerca de 40 normas publicadas sobre o assunto.

Comitê Nacional de Climatização e Refrigeração

Desde 2015, dez entidades se reúnem a cada três meses para discutir temas relevantes, de importância nacional, e que afetam a sociedade, no que tange ao setor de climatização e refrigeração. As associações são:

- ABRAVA - Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento,

- ANPRAC - Associação Nacional de Profissionais de Refrigeração, Ar condicionado, Ventilação e Aquecimento

- ASBRAV - Associação Sul Brasileira de Refrigeração Ar Condicionado Aquecimento e Ventilação

-  Associação de Empresas de Refrigeração e Ar Condicionado do Ceará - Rede SINDIAR

- Sindicatos das Indústrias de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar no Estado da: Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo

- SIMMMEF – Sindicado das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Florianópolis.

Sobre a ABNT

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Assessoria de Imprensa ABNT

Monalisa Zia

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As dúvidas são muitas. As normas abrangem diversas áreas e setores, influenciando na economia, na segurança das pessoas, na qualidade dos produtos e serviços, ou seja, elas estão mais presentes nas nossas vidas do que podemos imaginar. As normas se encontram em todos os níveis da organização social e têm um papel significativo no crescimento das empresas em particular e do país de um modo geral.

O diretor geral da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), Ricardo Fragoso, nos conta um pouco mais sobre o assunto e desmistifica questões que ainda hoje são entendidas de forma errada pela sociedade.

O que é uma Norma Técnica Brasileira?


A definição internacional de norma diz que é um “documento estabelecido por consenso e aprovado por um organismo reconhecido, que fornece, para uso comum e repetitivo, regras, diretrizes ou características para atividades ou seus resultados, visando à obtenção de um grau ótimo de ordenação em um dado contexto.”

A esta definição podemos acrescentar a recomendação de que “convém que as normas sejam baseadas em resultados consolidados da ciência, tecnologia e da experiência acumulada, visando à otimização de benefícios para a comunidade.” Ou seja, as Normas técnicas fazem as coisas funcionarem. Elas fornecem especificações de classe mundial para produtos, serviços e sistemas. Garantem a qualidade, a segurança e a eficiência.

Os caminhos traçados pela normalização no Brasil podem seguir em diferentes direções, e com resultados diversos, mas uma coisa é comum a todas estas: a forma pela qual as normas são feitas. É neste momento que podemos falar um pouco sobre os Comitês Técnicos, afinal são eles que coordenam, planejam e executam as atividades de normalização técnica relacionadas com o seu âmbito de atuação.

Como ela é elaborada?


Para que cada norma seja criada é preciso que exista uma demanda que pode ser apresentada à ABNT por qualquer parte interessada da sociedade. A partir da apresentação dessa demanda é avaliada a relevância e pertinência da solicitação e, sendo viável, o assunto é levado ao Comitê Técnico correspondente para que seja inserido no Programa de Normalização Setorial. Caso não exista nenhum Comitê correspondente à demanda apresentada, a ABNT cria um novo Comitê, que é órgão técnico da estrutura da ABNT formado por Comissões de Estudo. Em casos específicos são criadas Comissões de Estudo Especial, quando o assunto de seu escopo não está contemplado no âmbito de atuação de algum Comitê já existente.

Com o crescimento das demandas para elaboração de Normas Técnicas Brasileiras e a necessidade de maior divulgação para a sociedade, a ABNT desenvolveu e implantou um sistema para gerenciamento eletrônico do processo de elaboração das Normas Técnicas Brasileiras, sistematizando a divulgação para maior engajamento das partes interessadas desde o início desse processo. A partir daí, o processo criativo é iniciado, para estabelecimento do conteúdo normativo, e segue supervisionado pela ABNT até sua publicação como Norma Técnica Brasileira.

A ABNT recebe recursos públicos para a elaboração de Normas Técnicas, seja sob a forma de auxílio/subsídio, seja sob a forma de contribuição?

Atualmente, a ABNT não recebe recursos públicos do Governo Federal para suporte do processo de elaboração das Normas Técnicas e para a participação nos Foros Internacionais de Normalização, colocando em risco a inclusão do Brasil no mercado global. Os Associados distribuídos em várias categorias da iniciativa privada aportam em média R$ 3 milhões/ano, o que é insuficiente para a manutenção da normalização brasileira, pois o processo de elaboração das normas é custoso por envolver muitas horas técnicas de normalizadores, que precisam acompanhar os trabalhos dos especialistas de modo a permitir que seus conhecimentos possam ser incorporados adequadamente ao texto de uma Norma Técnica Brasileira.

Considerando que os valores a serem pagos aos Organismos de Normalização Internacionais (ISO e IEC) também estão inclusos no custo da Normalização brasileira, podemos dizer que aproximadamente 60% das despesas da ABNT são referentes aos custos do processo, supervisão, publicação, treinamento, divulgação e patrimônio da normalização. Por isso é importante que a receita com a venda de normas seja mantida, para permitir e promover o desenvolvimento da normalização no Brasil.

Quantas Normas Técnicas a ABNT publica anualmente, entre normas novas e revisões de normas existentes?

ANO

NBR
Nova

Adot.
Nova

NBR
Rev.

Adot.
Rev.

TOTAL

páginas

2014

100

188

227

50

565

13581

2015

113

139

328

29

609

14292

2016

144

165

324

47

680

17855


A ABNT apenas comercializa as Normas Técnicas ou presta serviços relacionados com o uso delas?

A ABNT não só comercializa as Normas Técnicas, como também elabora Guias de aplicação de normas, em particular das Normas Técnicas Brasileiras, realiza Oficinas de Trabalho para identificação de novas demandas ou para disseminação das Normas Técnicas Brasileiras existentes, elabora Textos-base para discussão em Comissões de Estudo, traduz Normas Internacionais para utilização como Textos-base, auxilia a sociedade na identificação da norma a ser usada, soluciona dúvidas na utilização das normas, prepara cursos de capacitação, produz Coletâneas de Normas e uma série de outras atividades complementares ao desenvolvimento da normalização brasileira.

Quais são as políticas de disseminação das Normas Técnicas adotadas pela ABNT?

A ABNT adota como política as atividades nos seguintes níveis:

Social – Normas específicas, como as de Acessibilidade, que estão disponibilizadas gratuitamente no site do Ministério Público;

Jurídico – O Ministério Público e outros Órgãos do Poder Judiciário têm acesso ao acervo de Normas Técnicas Brasileiras;

Universidades/Escolas Técnicas – possuem acesso às Normas Técnicas com descontos especiais;

Profissionais liberais – a ABNT mantém convênios com entidades como Crea/Confea/Cau, que facilita o acesso às Normas Técnicas com descontos;

Pequenos Negócios – A ABNT e o Sebrae mantém um convênio para facilitar o acesso às Normas Técnicas pelos Pequenos Negócios;

Mercado geral – a ABNT facilita o acesso ao seu acervo de normas para o mercado em geral, via web, através dos sites (www.abnt.org.br/catalogo e www.abntcolecao.com.br) permitindo a visualização e aquisição de Normas Técnicas por valores justos e compatíveis com seu custo.

Sociedade – Além de todas as formas citadas acima, a ABNT trabalha com uma forte disseminação para a sociedade, através da Comunicação em seu Portal, redes sociais e imprensa, mostrando sempre a importância da utilização das normas técnicas, quais os seus benefícios, tanto para a indústria quanto para o consumidor, ressaltando os aspectos de qualidade, saúde, segurança e meio ambiente no cotidiano do brasileiro.

É importante que todas as pessoas conheçam o papel da ABNT na sociedade.

Acreditamos que com esses esclarecimentos alguns pontos ficaram mais claros. Entender o que é a ABNT e como ela desenvolve suas atividades é essencial para nos fazer enxergar mais adiante. A conclusão que chegamos é que, de fato, é importante que a sociedade participe ativamente da normalização brasileira para defender o mercado nacional e prezar por produtos e serviços que nos passem confiança ao adquiri-los.

Para saber um pouco mais sobre as atividades da ABNT e demais informações sobre Normas Técnicas entre no Portal ABNT (www.abnt.org.br).



Assessoria de Imprensa

Monalisa Zia

imprensa@abnt.org.br

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As férias chegaram! E nesse período de descanso e muita diversão não podemos deixar de prestar atenção na segurança das crianças.

A ABNT possui diversas normas que contribuem para a segurança na hora da diversão. Elas compreendem desde os dispositivos de retenção para crianças nos automóveis - as famosas cadeirinhas - até parques de diversão, piscinas entre outros. Confira a seguir alguns destaques:

Parquinhos e brinquedos

Avaliar o parquinho onde a criança irá brincar e verificar se os equipamentos estão enferrujados, quebrados ou se contêm superfícies perigosas é muito importante. Para andar de patins, bicicleta ou skate, não se deve esquecer dos equipamentos de segurança, como o capacete.

É recomendado também verificar se os brinquedos não contém danos que podem causar algum tipo de machucado ou acidente enquanto a criança brinca e também a faixa etária indicada.

Alguns exemplos abaixo:

ABNT NBR 16071-:2012 – Playgrounds – Partes 1 a 7;

ABNT NBR 16175:2013 - Veículos de duas rodas - Bicicleta - Capacete para condutores de bicicleta e usuários de patins, skates e semelhantes;

ABNT NBR NM 301:2004 - Bicicletas - Requisitos de segurança para bicicletas de uso infantil;

ABNT ISO/TR 8124-8:2015 - Segurança de brinquedos Parte 8: Diretrizes para a determinação do início da faixa etária.

ABNT NBR 15859:2010 - Brinquedos infláveis de grande porte — Requisitos de segurança e métodos de ensaio.

Veículos

Devemos nos atentar ao uso obrigatório de dispositivos de retenção para crianças nos automóveis.

A ABNT disponibiliza em seu acervo a norma ABNT NBR 14400:2009 - Veículos rodoviários automotores - Dispositivos de retenção para crianças - Requisitos de segurança. Esta Norma estabelece os requisitos de segurança para projeto, construção e instalação de dispositivos de retenção para crianças em veículos rodoviários com três ou mais rodas, com o objetivo de reduzir os riscos de lesões corporais em casos de colisão do veículo.

Piscinas e Óculos de sol

As temperaturas altas têm levado, cada vez mais, pessoas às piscinas e elevado o número de adeptos ao uso de óculos para proteção solar. Pensando nisso, devemos ficar alertas para os cuidados que a população deve ter para usufruir melhor e com mais segurança da estação mais quente do ano.  

Grande aliado na proteção ao sol, os óculos escuros exigem atenção especial. Para evitar qualquer incômodo ou ferimento, estes devem ser isentos de saliências, bordas cortantes ou outros defeitos. O consumidor deve estar atento ainda à procedência do produto.

Devem ser fornecida, entre outras informações, identificação do fabricante ou fornecedor; número de categoria do filtro, categoria ótica e valor nominal da transmitância luminosa (fração da luz incidente).

Já para as piscinas, clubes, parques aquáticos e instituições, entre outros locais públicos, são orientados a apresentar este tipo de serviço de acordo com as normas ABNT NBR 11238 - Segurança e higiene de piscinas; ABNT NBR 11239 - Projeto e execução de piscina; e ABNT NBR 10818 - Qualidade de água de piscina.

Ficar atento é essencial!

São diversos Comitês que cuidam das normas citadas acima. A participação em cada um deles é voluntária e aberta a qualquer interessado. Participe você também! Entre em nosso site (http://www.abnt.org.br/normalizacao/comites-tecnicos) e verifique em qual Comitê quer participar.

Sobre a ABNT

    A ABNT é o Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela gestão do processo de elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC), influenciando o conteúdo de normas e procurando garantir condições de competitividade aos produtos e serviços brasileiros, além de exercer seu papel social. Além disso, a ABNT também é um Organismo de Avaliação da Conformidade acreditado pelo Inmetro para a certificação de diversos produtos, sistemas e programas ambientais, como o rótulo ecológico e a verificação de inventários de gases de efeito estufa.


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Monalisa Zia
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O produto avaliado, a massa DunDun, está no mercado há sete anos.

            Resina acrílica, agregados minerais, aditivos e água compõem a massa DunDun, um composto polimérico utilizado para assentamento da alvenaria de vedação que vem sendo produzido há sete anos pela FCC Indústria e Comércio Ltda. Agora, o produto tem mais um ponto de distinção no mercado de argamassas poliméricas: o Certificado de Avaliação da Conformidade, concedido pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

            “Esta Certificação trará uma diferenciação para o nosso produto, o que nos propiciará um aumento da atuação no mercado da construção civil, além de ser fundamental em vendas para obras financiadas pelo Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), no programa Minha Casa Minha Vida”, afirma Marcelo Reichert, diretor da empresa.

            Os procedimentos adotados pela ABNT, para a certificação, incluem avaliação por meio de ensaios no produto e auditoria no fabricante para que se avaliem também o Sistema de Gestão da Qualidade e o controle de processo. A principal referência do programa é a norma técnica ABNT NBR 16590, publicada em março de 2017, que trata de compostos poliméricos não cimentícios para o assentamento de blocos e tijolos na composição de sistemas verticais de vedação interna e externa (SVVIE), e tem duas partes, uma com requisitos e critérios para utilização do produto e outra que especifica métodos der ensaio.

            A FCC Indústria e Comércio, por sinal, participou da Comissão de Estudo Especial de Composto Polimérico para Assentamento (ABNT/CEE-226), responsável pela elaboração da norma, fato que lhe garantiu confiança durante o processo de certificação. “Com este primeiro passo, buscamos a adequação do produto a todos os requisitos que a norma de desempenho exige”, comenta Sandro Auzani, gerente de Apoio Industrial. Logo depois da publicação da norma, a FCC solicitou a certificação, submetendo-se ao processo, que durou sete meses.

            Além dos ensaios diretamente no composto polimérico (espectroscopia por absorção no infravermelho e análise termogravimétrica), são realizados os seguintes ensaios estabelecidos na norma ABNT NBR 15575-4 - Edificações habitacionais — Desempenho. Parte 4: Requisitos para os sistemas de vedações verticais internas e externas — SVVIE, para avaliação do sistema construtivo com a aplicação do composto polimérico: resistência mecânica; estanqueidade à passagem de água e pressão de vento; desempenho acústico; desempenho térmico e resistência ao fogo.

            A manutenção da certificação, concedida em outubro e com validade até 2020, será realizada anualmente, seguindo os mesmos critérios da avaliação inicial, com exceção dos ensaios do sistema construtivo da norma ABNT NBR 15575-4.

            Sandro Auzani assegura que o composto polimérico é um produto de melhor desempenho comparado com a argamassa convencional (cimentícia), proporcionando maior produtividade na obra, menor desperdício, redução do estoque de armazenamento. Destaca-se ainda pela redução da emissão de poluentes.

            Fundada em 1968, a FCC tem cerca de 330 funcionários em três unidades no Brasil (Rio Grande do Sul, São Paulo e Bahia), uma no Uruguai e uma no México. A empresa fornece produtos para diferentes mercados: calçados, móveis, automóveis, construção civil, brinquedos, eletrônicos, equipamentos médicos, artigos de higiene pessoal e de utilidades domésticas.

Sobre a ABNT

            A ABNT é o Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela gestão do processo de elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC), influenciando o conteúdo de normas e procurando garantir condições de competitividade aos produtos e serviços brasileiros, além de exercer seu papel social. Além disso, a ABNT também é um Organismo de Avaliação da Conformidade acreditado pelo Inmetro para a certificação de diversos produtos, sistemas e programas ambientais, como o rótulo ecológico e a verificação de inventários de gases de efeito estufa.

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