Crédito: Ministério das Cidades

Paulo Camillo Penna, presidente da ABCP, Inácio Bento de Morais Junior, secretário Nacional de Mobilidade Urbana e Mário William Esper, vice-presidente do Conselho Deliberativo da ABNT.

 

O secretário Nacional de Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Inácio Bento de Morais Junior, assinou, nesta quarta-feira (5), um termo de cooperação técnica entre a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para o desenvolvimento de normas ao sistema construtivo de calçadas e ciclovias para oferecer a população maior segurança, acessibilidade e qualidade no espaço urbano.

O objetivo é discutir padrões adequados de infraestrutura aos pedestres e ciclistas, estabelecer sistemas construtivos efetivos para que os investimentos sejam planejados e empregados corretamente, com infraestruturas sólidas e resistentes, traçados seguros e adequados, e além de durabilidade e economia na manutenção.

Para o secretário esse acordo irá auxiliar na efetividade das obras de infraestrutura urbana no país. Além disso, poderá dar aos brasileiros que se locomovem de bicicleta e a pé uma maior segurança. “A intenção é contar com a colaboração atenciosa da ABNT e ABCP para desenvolver normas a fim de oferecer suporte ao crescimento que nós esperamos no transporte ativo, principalmente da bicicleta e dos pedestres”, afirma.

O vice-presidente do Conselho Deliberativo da ABNT, Mario William Esper, explica que a normalização é padronizar a construção e o uso, sendo fundamental porque ela define parâmetros de como fazer, executar e usar as infraestruturas. “Adotar esses padrões previne acidentes e gera uma maior segurança aos usuários. É importante que haja uma nota de certificação para que a norma seja de fato cumprida”, explica.

Para o presidente da ABCP, Paulo Camillo Penna, o acordo além de trazer segurança irá trazer também mais eficiência no gasto de verba pública com as construções. “Assim será uma gestão adequada de verba pública, porque será utilizado o dinheiro com obras de maior durabilidade e tempo correto, porque com a padronização evitará desperdícios. Nesse sentido, quanto mais dentro da norma técnica e do sistema construtivo adequado, mais investimentos em obras poderão ser feitos”, declara.

 

                                                   Crédito: Ministério das Cidades

 

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